APRENDA AQUI MAIS SOBRE GORDURA LOCALIZADA
A idéia por tras da queima de gordura localizada é de que você pode diminuir a gordura de uma região específica do corpo simplesmente fazendo exercícios que trabalhem a área “problemática”. O exemplo mais comum disso são pessoas que passam horas fazendo abdominais com o objetivo de definir o abdômen.
Infelizmente no mundo real não podemos queimar gordura em um lugar específico do corpo simplesmente fazendo exercícios “localizados”. Você nunca conseguirá definir o abdomên fazendo apenas abdominais. A razão para isto é simples: os músculos não tem ligação nenhuma com a gordura que os cerca. Os próprios abdominais por exemplo: são ótimos para os músculos do abdômen, mas só porque o músculo está sendo trabalhado, não quer dizer que a camada de gordura que o está cobrindo vai desaparecer. Para perder gordura em qualquer lugar do corpo é necessário queimar mais calorias do que você consome, e você só conseguirá isso através de aeróbicos, musculação e dieta.
Você pode perder gordura em determinados lugares do corpo de maneira mais rápida do que outros, mas não quer dizer que você está queimando gordura localizada e sim devido ao seu padrão genético. Enquanto algumas pessoas tem facilidade para perder gordura na região da barriga, outras tem facilidade para perder gordura nas pernas e por aí vai.
Leia mais: http://www.hipertrofia.org/blog/2011/04/14/dica-rapida-queima-de-gordura-localizada-%e2%80%93-mito-ou-verdade/#ixzz1Krc3uilq
quinta-feira, 28 de abril de 2011
AQUECIMENTO
O AQUECIMENTO é um dos aspectos mais importantes, quando senão o primeiro passo na execução de uma atividade.
Qualquer praticante de esportes, quando bem orientado sabe que nunca se começa uma sessão de treinamento, sem antes realizar um aquecimento e exercícios de alongamentos dada às respectivas importância desses componentes.
Entretanto, o que é mais comum em clubes e academias é o fato dos alunos iniciarem seus treinos pulando essa tarefa. Para muitos, com certeza, a escassez de informação acerca dessas atividades provocam tais atitudes.
EXPLICAR AOS ALUNOS COMO EXECUTAR, PORQUÊ E PARA QUE SERVE O AQUECIMENTO E A FLEXIBILIDADE É UM PASSO IMPORTANTE PARA O SUCESSO DO TREINAMENTO !
Caso admitirmos que não é conveniente forçar o organismo de um atleta fazendo-o participar de um evento sem uma preparação prévia, deve-se admitir também a inconveniência de fazer uma pessoa passar de um estado de repouso ao de um esforço mais elevado, sem uma adaptação orgânica obtida através do aquecimento.
DEFINIÇÃO
O aquecimento consiste em um conjunto de exercícios, ou de movimentos, que se realiza antes de executar uma atividade ou treinamento para estabelecer um estado desejável de preparação das capacidades física, psíquicas e técnicas do praticante.
FORMAS DE AQUECIMENTO
Distinguem-se em aquecimento geral e específico.
AQUECIMENTO GERAL: é realizado geral através de exercícios que servem para aquecer os grandes grupos musculares, sistemas e funções: iniciado principalmente sob a forma de corrida, o aquecimento geral deve preceder sempre o específico.
AQUECIMENTO ESPECÍFICO: complementa o aquecimento geral, devido sua especificidade são efetuados movimentos que servem para aquecer os músculos, ou grupos musculares que atuam em relação direta com a modalidade em questão.
O aquecimento pode ser executado sob várias formas: ativa, passiva, mental ou sob forma combinada.
a) Forma ativa – O meio principal de execução são as corridas, exercícios localizados, de alongamento e movimentos de amplitude.
b) Forma Passiva – Realizada sob a forma de duchas quentes, massagens, fricções e diatermia; só possui eficácia quando concebido como complemento do aquecimento ativo; pois sua função provoca um reaquecimento essencialmente periférico.
c) Forma mental – Consiste na representação do movimento a ser realizado e já automatizado à nível do Sistema Nervoso Central.É empregado principalmente após lesões, isoladamente não possui valor significativo.
d) Forma combinada – Processa-se sob a forma do aquecimento ativo e mental, ativo e passivo, mental e passivo; sob as várias formas de: massagens, diatermia e fricções.
EFEITOS FISIOLÓGICOS
O aquecimento atua principalmente na transição do organismo do estado de repouso para a atividade promovendo :
a eficiência metabólica aumentando a velocidade das reações bioquímicas;
prevenindo lesões nos tendões, ligamentos e nos músculos;
reduzindo o tempo necessário para se atingir o steady-state;
diminuindo a viscosidade sanguínea;
aumentando a velocidade de contração e relaxamento muscular;
aumentando a secreção de catecolaminas ( adrenalina e noradrenalina );
melhorando o abastecimento de oxigênio;
Aumento da freqüência cardíaca.
Elevação da pressão arterial: explica-se por um lado pelo aumento da quantidade necessária de sangue em circulação e pelo crescimento correlativo do volume cardíaco e, por outro lado, em razão de um aumento da resistência periférica, vaso constrição periférica, todos os vasos cutâneos “diminuem-se” a fim de que o sangue necessário seja colocado sobretudo à disposição da musculatura que trabalha.
Vaso dilatação dos condutores sanguíneos.
Aumento da freqüência respiratória. A freqüência e profundidade da respiração aumentam a fim de suprir o aumento da necessidade de oxigênio da musculatura em ação e simultaneamente eliminar o dióxido de carbono resultante.
* Intensificação das trocas respiratórias.
Sobre a musculatura….Induz o aumento da irrigação sanguínea da musculatura em ação; esse aumento e o calor produzido pelo trabalho muscular elevam a temperatura de todo o organismo e do próprio músculo, o que leva a uma diminuição da viscosidade – atritos internos da musculatura -, e com isso favorece a velocidade de contração e descontração da mesma.Os músculos, tendões e os ligamentos tornam-se mais elásticos e estirados o que leva a uma diminuição do risco de distensão e contusões.
Sobre a coordenação….Permite a realização em melhores condições de um gesto, ou uma série de gestos de uma técnica específica. A repetição do gesto técnico durante o aquecimento, antes da competição, fixa a natureza do mesmo, melhora o sentido sinestésico (sensação externa) do movimento e facilita o ritmo de execução.
QUANTO A DURAÇÃO
Depende dos seguintes fatores: horário, temperatura ambiente, condições climáticas, idade, grau de treinamento do atleta ou praticante, capacidade física objetivada, etc…, de maneira geral sua duração varia de 15 a 30 minutos. Para um treinamento de Hipertrofia, 15 minutos são suficientes para o aquecimento geral. Deve-se reservar a primeira série de cada exercício para a realização do aquecimento específico. Esta deve ser realizada com uma carga equivalente à 25 % da utilizada para o treinamento com o objetivo de aquecer o músculo a ser treinado e suas respectivas articulações. Essa série não deve ser contada !!!
VOLTA A CALMA
Assim com é indispensável o aquecimento antes de uma atividade a volta a calma após o esforço também deve ser considerada, e esta tem como objetivos:
-Facilitar a descontração e recuperação do músculo;
-Redução progressiva da atividade orgânica;
-Facilitar a eliminação dos produtos residuais indesejáveis, resultantes da atividade muscular;
-Favorece o retorno à calma mental.
ADAPTAÇÃO ÀS ESPECIALIDADES ATLÉTICAS
Cada especialidade ou grupo de especialidades atléticas requer exigências distintas ao organismo, o aquecimento desta forma deve ser executado em função da especialidade praticada. ( Para o treino de pernas, aquecer as pernas ! )
Leia mais: www.hipertrofia.org
Qualquer praticante de esportes, quando bem orientado sabe que nunca se começa uma sessão de treinamento, sem antes realizar um aquecimento e exercícios de alongamentos dada às respectivas importância desses componentes.
Entretanto, o que é mais comum em clubes e academias é o fato dos alunos iniciarem seus treinos pulando essa tarefa. Para muitos, com certeza, a escassez de informação acerca dessas atividades provocam tais atitudes.
EXPLICAR AOS ALUNOS COMO EXECUTAR, PORQUÊ E PARA QUE SERVE O AQUECIMENTO E A FLEXIBILIDADE É UM PASSO IMPORTANTE PARA O SUCESSO DO TREINAMENTO !
Caso admitirmos que não é conveniente forçar o organismo de um atleta fazendo-o participar de um evento sem uma preparação prévia, deve-se admitir também a inconveniência de fazer uma pessoa passar de um estado de repouso ao de um esforço mais elevado, sem uma adaptação orgânica obtida através do aquecimento.
DEFINIÇÃO
O aquecimento consiste em um conjunto de exercícios, ou de movimentos, que se realiza antes de executar uma atividade ou treinamento para estabelecer um estado desejável de preparação das capacidades física, psíquicas e técnicas do praticante.
FORMAS DE AQUECIMENTO
Distinguem-se em aquecimento geral e específico.
AQUECIMENTO GERAL: é realizado geral através de exercícios que servem para aquecer os grandes grupos musculares, sistemas e funções: iniciado principalmente sob a forma de corrida, o aquecimento geral deve preceder sempre o específico.
AQUECIMENTO ESPECÍFICO: complementa o aquecimento geral, devido sua especificidade são efetuados movimentos que servem para aquecer os músculos, ou grupos musculares que atuam em relação direta com a modalidade em questão.
O aquecimento pode ser executado sob várias formas: ativa, passiva, mental ou sob forma combinada.
a) Forma ativa – O meio principal de execução são as corridas, exercícios localizados, de alongamento e movimentos de amplitude.
b) Forma Passiva – Realizada sob a forma de duchas quentes, massagens, fricções e diatermia; só possui eficácia quando concebido como complemento do aquecimento ativo; pois sua função provoca um reaquecimento essencialmente periférico.
c) Forma mental – Consiste na representação do movimento a ser realizado e já automatizado à nível do Sistema Nervoso Central.É empregado principalmente após lesões, isoladamente não possui valor significativo.
d) Forma combinada – Processa-se sob a forma do aquecimento ativo e mental, ativo e passivo, mental e passivo; sob as várias formas de: massagens, diatermia e fricções.
EFEITOS FISIOLÓGICOS
O aquecimento atua principalmente na transição do organismo do estado de repouso para a atividade promovendo :
a eficiência metabólica aumentando a velocidade das reações bioquímicas;
prevenindo lesões nos tendões, ligamentos e nos músculos;
reduzindo o tempo necessário para se atingir o steady-state;
diminuindo a viscosidade sanguínea;
aumentando a velocidade de contração e relaxamento muscular;
aumentando a secreção de catecolaminas ( adrenalina e noradrenalina );
melhorando o abastecimento de oxigênio;
Aumento da freqüência cardíaca.
Elevação da pressão arterial: explica-se por um lado pelo aumento da quantidade necessária de sangue em circulação e pelo crescimento correlativo do volume cardíaco e, por outro lado, em razão de um aumento da resistência periférica, vaso constrição periférica, todos os vasos cutâneos “diminuem-se” a fim de que o sangue necessário seja colocado sobretudo à disposição da musculatura que trabalha.
Vaso dilatação dos condutores sanguíneos.
Aumento da freqüência respiratória. A freqüência e profundidade da respiração aumentam a fim de suprir o aumento da necessidade de oxigênio da musculatura em ação e simultaneamente eliminar o dióxido de carbono resultante.
* Intensificação das trocas respiratórias.
Sobre a musculatura….Induz o aumento da irrigação sanguínea da musculatura em ação; esse aumento e o calor produzido pelo trabalho muscular elevam a temperatura de todo o organismo e do próprio músculo, o que leva a uma diminuição da viscosidade – atritos internos da musculatura -, e com isso favorece a velocidade de contração e descontração da mesma.Os músculos, tendões e os ligamentos tornam-se mais elásticos e estirados o que leva a uma diminuição do risco de distensão e contusões.
Sobre a coordenação….Permite a realização em melhores condições de um gesto, ou uma série de gestos de uma técnica específica. A repetição do gesto técnico durante o aquecimento, antes da competição, fixa a natureza do mesmo, melhora o sentido sinestésico (sensação externa) do movimento e facilita o ritmo de execução.
QUANTO A DURAÇÃO
Depende dos seguintes fatores: horário, temperatura ambiente, condições climáticas, idade, grau de treinamento do atleta ou praticante, capacidade física objetivada, etc…, de maneira geral sua duração varia de 15 a 30 minutos. Para um treinamento de Hipertrofia, 15 minutos são suficientes para o aquecimento geral. Deve-se reservar a primeira série de cada exercício para a realização do aquecimento específico. Esta deve ser realizada com uma carga equivalente à 25 % da utilizada para o treinamento com o objetivo de aquecer o músculo a ser treinado e suas respectivas articulações. Essa série não deve ser contada !!!
VOLTA A CALMA
Assim com é indispensável o aquecimento antes de uma atividade a volta a calma após o esforço também deve ser considerada, e esta tem como objetivos:
-Facilitar a descontração e recuperação do músculo;
-Redução progressiva da atividade orgânica;
-Facilitar a eliminação dos produtos residuais indesejáveis, resultantes da atividade muscular;
-Favorece o retorno à calma mental.
ADAPTAÇÃO ÀS ESPECIALIDADES ATLÉTICAS
Cada especialidade ou grupo de especialidades atléticas requer exigências distintas ao organismo, o aquecimento desta forma deve ser executado em função da especialidade praticada. ( Para o treino de pernas, aquecer as pernas ! )
Leia mais: www.hipertrofia.org
PERIGOS DOS ANABOLIZANTES
ACHEI ESSA REPORTAGEM MUITO INTERESSANTE, POR ISSO COLOQUEI A DISPOSEÇÃO DO PESSOAL QUE FICA NESSE OBO OBO DE SAIR TOMANDO BOMBA POR AI, FICA DE ALERTA.
Os esteróides anabólicos são medicamentos potentes, com um grande número de possíveis efeitos colaterais, que dentre os quais podemos citar:
Calvície;
Hipertrofia da próstata;
Acne;
Agressividade;
Hipertensão;
Limitação do Crescimento (os esteróides anabólicos podem interromper o processo de crescimento);
Aumento do Colesterol;
Virilização em Mulheres (crescimento de pêlos na face, engrossamento da voz, hipertrofia do clitóris e amenorréia);
Ginecomastia (excessivo desenvolvimento dos mamilos em indivíduos do sexo masculino);
Dores de Cabeça;
Impotência e Esterilidade;
Insônia;
Hepatotoxidade (quase todos os esteróides causam lesão no fígado);
Problemas de Tendões e Ligamentos (muitas vezes o aumento da força é desproporcional à capacidade de adaptação dos tendões e ligamentos)
Fator de Perigo dos Esteróides O grau de perigo que o esteróide representa vai depender dos fatores abaixo:
A forma em que eles são tomados (oral x injetável);
Que dosagens são usadas;
Por quanto tempo eles são usados;
A idade, o sexo e o estado de saúde do usuário.
CUIDADO AO SEGUIR CONSELHOS DE LEIGOS!!! O uso de esteróides anabolizantes pode ser extremamente arriscado quando não acompanhado de perto por um especialista. …e lembre-se sempre: Sua saúde não tem preço!
Fonte: http://www.suplementoesaude.com.br/
Os esteróides anabólicos são medicamentos potentes, com um grande número de possíveis efeitos colaterais, que dentre os quais podemos citar:
Calvície;
Hipertrofia da próstata;
Acne;
Agressividade;
Hipertensão;
Limitação do Crescimento (os esteróides anabólicos podem interromper o processo de crescimento);
Aumento do Colesterol;
Virilização em Mulheres (crescimento de pêlos na face, engrossamento da voz, hipertrofia do clitóris e amenorréia);
Ginecomastia (excessivo desenvolvimento dos mamilos em indivíduos do sexo masculino);
Dores de Cabeça;
Impotência e Esterilidade;
Insônia;
Hepatotoxidade (quase todos os esteróides causam lesão no fígado);
Problemas de Tendões e Ligamentos (muitas vezes o aumento da força é desproporcional à capacidade de adaptação dos tendões e ligamentos)
Fator de Perigo dos Esteróides O grau de perigo que o esteróide representa vai depender dos fatores abaixo:
A forma em que eles são tomados (oral x injetável);
Que dosagens são usadas;
Por quanto tempo eles são usados;
A idade, o sexo e o estado de saúde do usuário.
CUIDADO AO SEGUIR CONSELHOS DE LEIGOS!!! O uso de esteróides anabolizantes pode ser extremamente arriscado quando não acompanhado de perto por um especialista. …e lembre-se sempre: Sua saúde não tem preço!
Fonte: http://www.suplementoesaude.com.br/
quarta-feira, 27 de abril de 2011
BULA DO DEPOSTERON
Desposteron é uma droga injetável é conhecida por promover rápido ganho de força e volume muscular. É altamente androgênica e com boas propriedades anabólicas.
É utilizada fora de temporada, quando o objetivo é ganhar peso.
O Deposteron também tem a fama de atrofiar os testículos mais rapidamente do que qualquer outra droga do mercado, além de ocasionar perdas vertiginosas de força e volume tão logo a droga seja descontinuada.
Leia a bula: Reações, precauções e contra-indicações
- Composição
cada ampola contém: cipionato de testosterona200 mg. Veículo oleoso q.s.p. 2 ml.
- Posologia e Administração
hipogonadismo, climatério e impotência (terapia de reposição masculina): 50 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 semanas. Puberdade retardada masculina (terapia de reposição): 25 a 200 mg, a cada 2 a 4 semanas, por um período usualmente limitado a 6 meses. Antineoplásico, em câncer inoperável do seio (feminino): 200 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 semanas. Vias e cuidados especiais de administração: o uso da agulha ou seringa úmidas por causar turvação na solução, o que não afeta, entretanto, a efetividade da medicação. Se, porventura, verificar a formação de cristais nas ampolas, o aquecimento e agitação podem proporcionar a redissolução imediata. A injeção intramuscular deve ser administrada profundamente no músculo glúteo ou no deltóide, em caso de indivíduos grandes. Não administrar intravenosamente. – Superdosagem: doses freqüentes podem desencadear sintomas de sobredosagem de remissão lenta, por tratar-se de medicamento, de longa ação. Recomenda-se suspender imediatamente o medicamento.
- Precauções
Quando pacientes masculinos, acima de certa idade, são tratados com andrógenos, eles podem ter um risco maior de aumento de tamanho da próstata ou de desenvolvimento de câncer de próstata. Por esta razão, exames de próstata e de sangue são freqüentemente realizados antes de prescrever andrógenos a homens de mais de 50 anos. Os exames podem ser repetidos durante o tratamento. Fertilidade: durante o tratamento de longo prazo pode ocorrer oligospermia, azoospermia ou função reduzida do esperma, resultando em possível infertilidade, com remissão espontânea após a descontinuidade da terapia. Hipertrofia prostática aguda benigna: pacientes com esta condição podem desenvolver obstrução uretral aguda, exigindo suspensão imediata da medicação. Monitoramento: deve-se determinar freqüentemente os níveis séricos e urinários de cálcio em mulheres portadoras de carcinoma metastático do seio sob tratamento com testosterona. Durante o tratamento em meninos em idade pré-puberal, fazer radiografia óssea a cada 6 meses. Porfiria aguda intermitente: cautela em pacientes que já apresentam esse quadro. Andrógenos podem precipitar ataques desta afecção. É usualmente preferível iniciar o tratamento com doses terapêuticas plenas e ajustar posteriormente às características individuais. – Interações medicamentosas: os seguintes fármacos podem interagir com Deposteron: adreno, glico ou mineralocorticóides; corticotrofina, alimentos ou medicação contendo sódio (podem aumentar o risco de edema e predispor à acne). Antidiabéticos orais ou insulina (pode haver redução dos níveis séricos de glicose). Somatotrofina (pode acelerar a maturação das epífises). Medicamentos hepatotóxicos (a incidência de hepatotoxicidade pode ser aumentada).
- Reações adversas
As seguintes reações exigem acompanhamento médico: virilização e irregularidades menstruais em mulheres, irritabilidade na bexiga, ginecomastia, epididimite em homens. Anafilaxia, edema, eritrocitose, irritação gastrintestinal, hipercalcemia e policitomia, alopecia androgência, seborréia e acne, em homens e mulheres. Carcinoma, hipertrofia prostática e aumento do desejo sexual podem se desenvolver em pacientes idosos. São reações adversas de incidência rara ocorridas durante terapia de longo prazo ou com altas dosagens: necrose hepática, leucopenia, púrpura hepática. Outras reações raras são: constipação, náusea, diarréia, infecção, vermelhidão, dor ou irritação no local da injeção, alterações da libido, dor estomacal, dificuldade no sono, impotência, atrofia testicular, cefaléia, ansiedade, depressão, parestesia generalizada, apnéia do sono, rash cutâneo.
- Contra-Indicações
Portadores de câncer do seio (masculino), câncer ou adenoma de próstata sabido ou suspeito, insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave; indivíduos pré-púberes ou em estados agressivos; gravidez. – Advertências: no tratamento paliativo de câncer do seio descontinuar a terapia se após três meses a doença voltar a progredir ou se for verificada hipocalcemia em qualquer fase do mesmo. A androgenoterapia na mulher, mesmo de curta duração, pode precipitar virilização, particularmente vocal e pilosa. A androgenoterapia é desaconselhada para melhorar a performance atlética. Em crianças, deve-se usar Deposteron com cautela devido aos efeitos adversos no processo de maturação óssea, que pode ser acelerado sem produzir ganho compensatório no crescimento linear.
- Indicações
Hipogonadismo primário congênito ou adquirido, quando há insuficiência testicular devido ao criptorquidismo, torsão bilateral, orquite, síndrome de ausência testicular ou orquidoctomia. Hipogonadismo hipogonadotrófico: quando há deficiência congênita ou adquirida de LH-RH (hormônio liberador do hormônio luteinizante) ou dano hipotalâmico-hipofisário devido a cirurgias, traumas, tumores ou radiação. Puberdade retardada: quando há padrão familiar de puberdade tardia, não secundária a uma desordem patológica, em pacientes que não responderam à terapia psicológica de suporte. Climatério masculino: como terapia repositora na impotência ou outros sintomas associados a esta desordem, quando a etiologia é devida a uma deficiência androgênica constatada. Desnutrição severa na velhice: desde que o aporte protéico seja suficiente. Anemias específicas: anemia aplástica, mielofibrosa, mieloesclerose, metaplasia mielóide agnogênica, anemias hipoplásticas causadas por malignidade ou drogas mielotóxicas. Carcinoma inoperável do seio: como tratamento paliativo secundário ou terciário do câncer metastático do seio em mulheres com tumores hormônio-receptivos ou que tenham demonstrado previamente resposta à terapia hormonal.
- Apresentação
Solução oleosa injetável em caixas com 1 e 3 ampolas de 2 ml.
É utilizada fora de temporada, quando o objetivo é ganhar peso.
O Deposteron também tem a fama de atrofiar os testículos mais rapidamente do que qualquer outra droga do mercado, além de ocasionar perdas vertiginosas de força e volume tão logo a droga seja descontinuada.
Leia a bula: Reações, precauções e contra-indicações
- Composição
cada ampola contém: cipionato de testosterona200 mg. Veículo oleoso q.s.p. 2 ml.
- Posologia e Administração
hipogonadismo, climatério e impotência (terapia de reposição masculina): 50 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 semanas. Puberdade retardada masculina (terapia de reposição): 25 a 200 mg, a cada 2 a 4 semanas, por um período usualmente limitado a 6 meses. Antineoplásico, em câncer inoperável do seio (feminino): 200 a 400 mg, I.M., a cada 2 a 4 semanas. Vias e cuidados especiais de administração: o uso da agulha ou seringa úmidas por causar turvação na solução, o que não afeta, entretanto, a efetividade da medicação. Se, porventura, verificar a formação de cristais nas ampolas, o aquecimento e agitação podem proporcionar a redissolução imediata. A injeção intramuscular deve ser administrada profundamente no músculo glúteo ou no deltóide, em caso de indivíduos grandes. Não administrar intravenosamente. – Superdosagem: doses freqüentes podem desencadear sintomas de sobredosagem de remissão lenta, por tratar-se de medicamento, de longa ação. Recomenda-se suspender imediatamente o medicamento.
- Precauções
Quando pacientes masculinos, acima de certa idade, são tratados com andrógenos, eles podem ter um risco maior de aumento de tamanho da próstata ou de desenvolvimento de câncer de próstata. Por esta razão, exames de próstata e de sangue são freqüentemente realizados antes de prescrever andrógenos a homens de mais de 50 anos. Os exames podem ser repetidos durante o tratamento. Fertilidade: durante o tratamento de longo prazo pode ocorrer oligospermia, azoospermia ou função reduzida do esperma, resultando em possível infertilidade, com remissão espontânea após a descontinuidade da terapia. Hipertrofia prostática aguda benigna: pacientes com esta condição podem desenvolver obstrução uretral aguda, exigindo suspensão imediata da medicação. Monitoramento: deve-se determinar freqüentemente os níveis séricos e urinários de cálcio em mulheres portadoras de carcinoma metastático do seio sob tratamento com testosterona. Durante o tratamento em meninos em idade pré-puberal, fazer radiografia óssea a cada 6 meses. Porfiria aguda intermitente: cautela em pacientes que já apresentam esse quadro. Andrógenos podem precipitar ataques desta afecção. É usualmente preferível iniciar o tratamento com doses terapêuticas plenas e ajustar posteriormente às características individuais. – Interações medicamentosas: os seguintes fármacos podem interagir com Deposteron: adreno, glico ou mineralocorticóides; corticotrofina, alimentos ou medicação contendo sódio (podem aumentar o risco de edema e predispor à acne). Antidiabéticos orais ou insulina (pode haver redução dos níveis séricos de glicose). Somatotrofina (pode acelerar a maturação das epífises). Medicamentos hepatotóxicos (a incidência de hepatotoxicidade pode ser aumentada).
- Reações adversas
As seguintes reações exigem acompanhamento médico: virilização e irregularidades menstruais em mulheres, irritabilidade na bexiga, ginecomastia, epididimite em homens. Anafilaxia, edema, eritrocitose, irritação gastrintestinal, hipercalcemia e policitomia, alopecia androgência, seborréia e acne, em homens e mulheres. Carcinoma, hipertrofia prostática e aumento do desejo sexual podem se desenvolver em pacientes idosos. São reações adversas de incidência rara ocorridas durante terapia de longo prazo ou com altas dosagens: necrose hepática, leucopenia, púrpura hepática. Outras reações raras são: constipação, náusea, diarréia, infecção, vermelhidão, dor ou irritação no local da injeção, alterações da libido, dor estomacal, dificuldade no sono, impotência, atrofia testicular, cefaléia, ansiedade, depressão, parestesia generalizada, apnéia do sono, rash cutâneo.
- Contra-Indicações
Portadores de câncer do seio (masculino), câncer ou adenoma de próstata sabido ou suspeito, insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave; indivíduos pré-púberes ou em estados agressivos; gravidez. – Advertências: no tratamento paliativo de câncer do seio descontinuar a terapia se após três meses a doença voltar a progredir ou se for verificada hipocalcemia em qualquer fase do mesmo. A androgenoterapia na mulher, mesmo de curta duração, pode precipitar virilização, particularmente vocal e pilosa. A androgenoterapia é desaconselhada para melhorar a performance atlética. Em crianças, deve-se usar Deposteron com cautela devido aos efeitos adversos no processo de maturação óssea, que pode ser acelerado sem produzir ganho compensatório no crescimento linear.
- Indicações
Hipogonadismo primário congênito ou adquirido, quando há insuficiência testicular devido ao criptorquidismo, torsão bilateral, orquite, síndrome de ausência testicular ou orquidoctomia. Hipogonadismo hipogonadotrófico: quando há deficiência congênita ou adquirida de LH-RH (hormônio liberador do hormônio luteinizante) ou dano hipotalâmico-hipofisário devido a cirurgias, traumas, tumores ou radiação. Puberdade retardada: quando há padrão familiar de puberdade tardia, não secundária a uma desordem patológica, em pacientes que não responderam à terapia psicológica de suporte. Climatério masculino: como terapia repositora na impotência ou outros sintomas associados a esta desordem, quando a etiologia é devida a uma deficiência androgênica constatada. Desnutrição severa na velhice: desde que o aporte protéico seja suficiente. Anemias específicas: anemia aplástica, mielofibrosa, mieloesclerose, metaplasia mielóide agnogênica, anemias hipoplásticas causadas por malignidade ou drogas mielotóxicas. Carcinoma inoperável do seio: como tratamento paliativo secundário ou terciário do câncer metastático do seio em mulheres com tumores hormônio-receptivos ou que tenham demonstrado previamente resposta à terapia hormonal.
- Apresentação
Solução oleosa injetável em caixas com 1 e 3 ampolas de 2 ml.
BULA DO DURATESTON
Durateston - Indicações
Em terapia de reposição da testosterona em distúrbios hipogonadais no homem, p. ex.: após a castração; eunucoidismo; hipopituitarismo; impotência endócrina; sintomas do climatério masculino, tais como diminuição da libido e decréscimo da atividade mental e física; certos tipos de infertilidade originária de distúrbios da espermatogênese. Sobretudo, a terapêutica c/ testosterona pode ser indicada em osteoporose de origem deficitária de andrógenos.
Contra-indicações de Durateston
História ou suspeita de carcinoma prostático ou mamário.
Reações adversas / Efeitos colaterais de Durateston
As seguintes reações adversas têm sido associadas c/ a terapêutica androgênica: priapismo e outros sinais de estimulação sexual excessiva. Em meninos pré-púberes: desenvolvimento sexual precoce, aumento na freqüência de ereção, aumento fálico e soldadura prematura da epífise. Oligospermia e diminuição do volume ejaculatório. Retenção de água e sal.
Durateston - Posologia
Em geral, a dosagem deve ser ajustada de acordo c/ a resposta individual do paciente. Usualmente, uma injeção de 1 ml cada 3 semanas é o adequado.
Durateston - Informações
Durateston é um preparado androgênico para administração intramuscular, contendo quatro ésteres diferentes do hormônio natural, a testosterona. O propionato de testosterona tem um rápido início e uma curta duração de ação. O fenilpropionato e o isocaproato de testosterona têm um início de ação mais lento, porém uma duração de ação mais prolongada. Pela combinação desses ésteres de testosterona, a ação de Durateston inicia-se logo após a injeção e é mantida por aproximadamente três semanas. Durateston é geralmente bem tolerado e não possui efeito adverso sobre o fígado.
Bula anterior: Durapen Injetável 250, 500 e 1000 mg Próxima bula: Duratocin
Em terapia de reposição da testosterona em distúrbios hipogonadais no homem, p. ex.: após a castração; eunucoidismo; hipopituitarismo; impotência endócrina; sintomas do climatério masculino, tais como diminuição da libido e decréscimo da atividade mental e física; certos tipos de infertilidade originária de distúrbios da espermatogênese. Sobretudo, a terapêutica c/ testosterona pode ser indicada em osteoporose de origem deficitária de andrógenos.
Contra-indicações de Durateston
História ou suspeita de carcinoma prostático ou mamário.
Reações adversas / Efeitos colaterais de Durateston
As seguintes reações adversas têm sido associadas c/ a terapêutica androgênica: priapismo e outros sinais de estimulação sexual excessiva. Em meninos pré-púberes: desenvolvimento sexual precoce, aumento na freqüência de ereção, aumento fálico e soldadura prematura da epífise. Oligospermia e diminuição do volume ejaculatório. Retenção de água e sal.
Durateston - Posologia
Em geral, a dosagem deve ser ajustada de acordo c/ a resposta individual do paciente. Usualmente, uma injeção de 1 ml cada 3 semanas é o adequado.
Durateston - Informações
Durateston é um preparado androgênico para administração intramuscular, contendo quatro ésteres diferentes do hormônio natural, a testosterona. O propionato de testosterona tem um rápido início e uma curta duração de ação. O fenilpropionato e o isocaproato de testosterona têm um início de ação mais lento, porém uma duração de ação mais prolongada. Pela combinação desses ésteres de testosterona, a ação de Durateston inicia-se logo após a injeção e é mantida por aproximadamente três semanas. Durateston é geralmente bem tolerado e não possui efeito adverso sobre o fígado.
Bula anterior: Durapen Injetável 250, 500 e 1000 mg Próxima bula: Duratocin
terça-feira, 19 de abril de 2011
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